A frieza não é maligna, os motivos são.

18 agosto 2013


Ela é aquela garota séria e quieta ao caminhar em solidão. Dona de um olhar pesado e melancólico, reflexo de seu nevoeiro interno. Em companhia de suas amizades, suas risadas são tão leves e meigas quanto uma rara brisa de verão, e seu olhar é tão faceiro e puro quanto um filhotinho brincando na relva. Estes servem apenas para ocultar o quão frio e sombrio encontra-se o estado de seu coração.
Os ventos de outono sussurram provocantemente em seus ouvidos, trazendo em sua alma, as atemorizantes memórias de um passado obscuro. A cada manhã, sua mente está mais confusa, ela encontra-se perplexamente olhando para o nada, e questiona-se então:
- Como cheguei aqui, de onde vêm minhas forças? Onde eu encontro um propósito pra minha vida?
Suas feições dão a acreditar que ela está bem, mas atualmente a menina está morta dentro de si. […]

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