Aborto: ele pode ser considerado um assassinato?

26 agosto 2013


Embora sem muita frequência no Brasil, o aborto é a luz no fim do túnel de muitas adolescentes que descobrem uma gravidez indesejada. No Brasil felizmente o aborto não é permitido, mas existem algumas pessoas que lutam para a aprovação do aborto. Assim como em países como os Estados Unidos, que permitem esse feito, têm inúmeros protestos reivindicando a proibição do mesmo. "Mas o que essas pessoas têm contra o método? Afinal, o aborto é uma solução para as garotas que ainda não tem maturidade suficiente para cuidar de uma criança!"
O aborto pode vir a ser considerado um tipo de assassinato, não por lei, apenas em minha opinião. Está sendo tirada a vida de um ser que ainda nem nasceu. Ele não tem a menor culpa do ato de irresponsabilidade de seus pais. Caso alguém defenda seus argumentos mencionando casos de estupro, o bebê também não tem culpa da violência existente no mundo. Ele é apenas o fruto dos acontecimentos, e não merece que o matem antes mesmo de vir ao mundo. Sabe-se que a adolescente corre risco de morte durante o parto, principalmente em casos de estupro, já que seu corpo ainda não se desenvolveu o suficiente para ter a elasticidade necessária para a operação. Sabe-se que a criança pode vir a nascer órfã, mas ela sempre terá os avós, e o pai para guiar o futuro dela (se o garoto não tiver abandonado a mãe, ou não tiver sido um caso de violência sexual). 
A morte dela pode ser causada durante o aborto, até mesmo quando executadas por um profissional formado, em países onde o aborto é legalizado. Em clínicas clandestinas, a porcentagem dos riscos tendem a aumentar, já que o cirurgião provavelmente sequer sabe o que estará fazendo durante os procedimentos. Nesse caso, ao invés de acabar com apenas uma vida, acabaria com duas, a da mãe e a do bebê. Causando consequências bem maiores do que o esperado, o sofrimento de seus familiares poderia levar a Depressão dos mesmos, o que interferia em todos os quesitos de suas vidas, social, profissional, escolar, amorosa, etc. Quanto mais apegados seus familiares e pessoas que convivem com a gestante fossem, mais eles sofrerão se acaso ela não sobreviver ao aborto, e é muito provável que ela não sobreviva. Ou seja, o aborto pode chegar a extremos bem maiores do que um simples procedimento cirúrgico que deu errado. 

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