10 Livros que me Marcaram

25 setembro 2014


Esses dias uma colega de trabalho me marcou em uma corrente no Face, dizendo para listar dez livros que me marcaram ou que eu gostei muito, e pra passar a corrente, marcar dez pessoas para que façam o mesmo. 
Essa foi a única corrente que eu repassei com prazer, porque eu costumo ignorar sempre que aparece um idiota me pedindo pra repassar. 
Só que, eu nem lembrei dos livros certos, tem uns que eu deveria ter mencionado e não mencionei, e tem um ou outro que não teve taanta importância assim. 
Então me veio uma ideia na cabeça: postar eles, uai! 
Alguns vão estar repetidos (porque valeram a pena MESMO), e outros não (tem uns que apesar de não ter repetido, valeram muito a pena, tipo Quem é Você Alasca, do John Green).


1 A Menina que Roubava Livros: Como eu pude esquecer deste livro? Foi um dos melhores que eu já li! Tirei tanta foto das notas que perdi a conta (era só eu ir no meu Instagram e contar, mas faz tempo, então... hahaha). Os trechos são maravilhosos e inspiradores, e sim, me identifiquei com vários deles.
Dá uma saudade desse livro... eu não queria que tivesse acabado. Raramente eu fico assim quando termina um livro, porque geralmente eu mal chego na metade e já tô pensando em qual eu vou ler depois.

2 Marley e Eu: Foi o primeiro e único livro que eu chorei na parte mais triste, pelo simples fato de a cena ter sido triste e não por ter me identificado ou por ter lembrado de algo, pensado em algo. Hoje em dia se eu disser que chorei por causa da cena ter sido triste, é mentira. Eu minto só pra pessoa não perguntar no que eu pensei, porque eu provavelmente não vou querer responder. "Ah, então por que você conta que chorou?". Não sei, às vezes comentar é inevitável, mesmo não fazendo sentido.

3 A Estrela que Nunca vai se Apagar: Definitivamente, esse livro me marcou muito, e não é porque faz pouco tempo que eu li. Mesmo tendo câncer, ela continuava acreditando que o mundo era um lugar bom. Mesmo tendo câncer, ela mantinha a bondade e o bom humor. Mesmo tendo câncer, ela mostrava muito mais alegria e otimismo do que muita gente por aí. Inclusive eu, aliás, rs. Não sou otimista, nunca fui e não sei se um dia eu vou ser, pra mim tanto faz. Mas que esse livro me fez pensar e me fez chorar, isso fez.

4 Perto do Coração Selvagem: Não sou muito fã dos clássicos da literatura brasileira, mas ler esse livro foi a mesma coisa que levar um tapa na cara seguido de um "toma essa., vadea". Se você ler Clarice Lispector, vai mudar de ideia. Ou vai dizer a mesma coisa que eu: "Não sou muito fã dos clássicos brasileiros. Exceto por Clarice Lispector". Eu li por causa das várias citações dela que eu já vi no Face e principalmente no Tumblr (quando eu tinha um). E não me arrependi, porque eu realmente me identifiquei com várias coisas e me apaixonei por inúmeros trechos, a história contada também é maravilhosa, vale muito a pena ler.

5 A Culpa é das Estrelas: Aparentemente o mundo inteiro chorou quando leu esse livro, menos eu. Sim, eu me identifiquei com algumas coisas, sim, ele me fez pensar, mas por algum motivo isso não me fez chorar. Acho que eu só não me toquei o suficiente pra isso mesmo, mas o livro tem vários diálogos divertidíssimos que me fizeram rir e melhoraram o meu humor várias vezes. E nem preciso dizer que as citações são do tipo que você posta eternamente, né?



6 Uma Curva na Estrada: Esse aí não foi esquecido, e realmente foi muito bom. Gostei porque, apesar de ser um romance, ele não é tão meloso e cheio de expectativas como os demais (não gosto de livros com excesso de otimismo porque odeio quando ele termina e eu penso "bem que a vida podia ser assim, né". É, mas não é ¬¬ Vai chorar?). Ele fala sobre um homem que, enquanto tentava descobrir o responsável pelo atropelamento da esposa dele, acaba se envolvendo com a professora do filho dele, que estava na segunda série (eu acho, não lembro). Isso acabou misturando as coisas e gerando bastante polêmica entre os dois. Ah: se você for como eu, vai passar o livro inteiro investigando junto com o Miles, tendo certeza de quem atropelou a esposa dele (e errando, só pra avisar). E eu gostei disso, tentar desvendar o mistério junto com o protagonista fez com que eu vivesse a história junto com ele, e me prendesse ao livro.

7  O Milagre: Uma coisa que eu faço questão de ressaltar toda vez que eu comento esse livro, é: na contra capa, uma das avaliações tá dizendo que até os mais amargurados vão começar a acreditar no amor depois dessa leitura. Como uma pessoa pode acreditar no amor se baseando em uma ficção? A história nem é real! E sim, eu sou dessas que não acredita no amor. Começou com apenas um motivo, aí eu fui pensando nisso algumas vezes, e agora já tem vários. Fico até imaginando como seria se, sem querer, eu me apaixonasse. Ia ser meio chato, porque como eu deixo bem claro que não acredito nisso, será que o cara não ia ficar meio desencorajado se acaso correspondesse? Afinal, ninguém gosta de ser rejeitado. 
Não sei por quê eu pensei nisso, agora isso nem tem importância, até porque vai demorar pra algo assim acontecer comigo.

8 Essa é uma História de Amor: Nossa, esse livro é muito bom... s2 Eu li porque um colega de trabalho meu me deixou curiosa. Pelo simples fato de ter lido (geralmente as pessoas não podem dizer o que estão lendo e eu já quero ler também). Eles se apaixonam à primeira vista em um trem (o que é clichê, mas tudo bem, eu perdoo), e depois descobrem que são colegas de trabalho (é o primeiro dia dela). Ele tava traumatizado com a situação de namorar colegas de trabalho, por isso se retraiu. O amor era correspondido, mas eles não sabiam (isso fica bem patético em várias cenas que deixam na cara o quanto eles se amam, mas nenhum dos dois vê). Tem umas coisas que uns personagens disseram que doeram na alma, eu sei que a história não é real, mas é como se eles tivessem dito diretamente pra mim. Se fosse uma pessoa real dizendo aquilo, eu surtaria com a pessoa e provavelmente nem falaria mais com ela. 

9A Última Música: Awwn... mais um livro que me fez chorar '-' Agora eu tô parecendo sentimental, né? Hahaha, mas eu não sou tão melosa quanto pareço às vezes, esse livro me fez pensar em uma coisa bem pessoal, e não conheço ninguém que não choraria se pensasse em algo parecido. Acontece, somos humanos, fazer o que? E se perguntarem por quê você tá chorando enquanto lê, é só dar a mesma desculpa esfarrapada de sempre: "é tão triste", rsrsrs. 

10 Jogos Vorazes: Eu gostei da trilogia inteira, mas o primeiro foi o meu favorito. Eu adorei a personalidade da Katniss: determinada, corajosa, não liga tanto pra aparência e protege quem ama na medida do possível. Amei aquela parte em que ela se voluntariou pra participar dos Hunger Games no lugar da irmã mais nova, e amei todas as vezes em que ela zoou os adversários (provocar os outros é engraçado às vezes, huehuehue). O final da saga não foi tão ruim quanto os meus colegas de trabalho acharam, mas foi meio chocante, sim. O que me indignou foi a decisão que eles tomaram pouco antes de acontecer o que aconteceu, eu só não odiei o fim por causa disso aliás, seria muito pior se eles fizessem o que queriam fazer. 



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