Assista: Corações de Ferro

24 fevereiro 2015




Nesse sábado, eu, minha melhor amiga (acesse o blog dela aqui) e o namorado dela fomos no cinema (pois é, mas segurar vela não foi tão catastrófico assim, hehehe). 
A princípio íamos assistir O Destino de Júpiter, mas eram sete da noite e esse filme começava cinco pras dez. Nem fodendo a gente ia esperar até lá, e como só restava 50 Tons de Cinza e o filme do Bob Esponja, optamos por assistir esse aí mesmo.

Achamos que o filme ia ser meio bosta, eles eu não sei, mas nunca fui muito fã de filmes com temática de Guerra. Tem um pouco a ver com: já assisti o suficiente na escola, não preciso assistir de novo agora.

Porém, o filme foi melhor que o esperado. Bem melhor.
Apesar de se passar na Segunda Guerra Mundial, o assunto principal do filme não é a guerra em si. Ele centraliza mais o garoto chamado Norman Elisson (interpretado por Logan Lerman, o protagonista de As Vantagens de ser Invisível), um adolescente cristão que havia sido treinado para datilografar 60 palavras por minuto, porém, acabou sendo convocado para a guerra. 
Ele era bastante apegado aos 10 Mandamentos e aos ensinamentos da bíblia (carregava uma consigo, inclusive), tanto é que no início ele se recusava a matar e ficava horrorizado com qualquer ato de violência que visse. Mas depois ele foi se adaptando, digamos (não vou falar mais sobre isso, porque dessa vez vou ser boazinha e não quero dar spoilers).


O filme é bastante dramático (claro né, se passa no meio da guerra), mas pra quem sabe aproveitar, dá pra tirar uma bela inspiração: aguente firme, você consegue. Puta merda, acho que com essa observação eu já dei spoiler... desculpa. Outras lições que você pode tirar do filme são de união e trabalho em equipe, nunca deixar quem você ama na mão, superar as dificuldades, etc.
Tem umas cenas engraçadas no filme também, então é provável que você vá rir mesmo se tiver sozinho.
Quando eu saí no cinema parecia que eu ainda tava no filme, hahaha. Não sei vocês, mas eu tenho mania de sentir os filmes que eu assisto, digamos. É como se eu tivesse lá também, dando tiros e matando nazistas. Imagino até as cicatrizes na testa, o rosto sujo de terra... bem "empolganti". 


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