Nós não criamos expectativas, elas é que surgem

28 abril 2015


Ninguém cria expectativas.
Não é uma coisa controlada por nós.
Geralmente, nós não ficamos eufóricos com uma notícia boa ou ansiosos para rever uma amiga por livre e espontânea vontade.

Elas nascem dentro de nós, e muitos decidem abortá-la, pois temem que esse filho gere más consequências em suas vidas, mais conhecidas como decepções.
Mas por que deveríamos lutar contra nós mesmos? Por que deveríamos fugir dos nossos sentimentos?
Decepções são ruins, lógico. Algumas são mais dolorosas do que outras, e marcam mais do que outras.
Mas sempre existe uma lição de vida positiva vinda de cada cicatriz que essas decepções nos causam. Cabe a nós abrir nossos olhos e enxergá-las.

Existem várias expectativas, umas pequenas, outras maiores.
Querendo ou não, você fica empolgado para chegar datas específicas. Datas de festas, shows, convenções de animes ou quadrinhos, encontros de blogueiras, ou seja lá o que for que você faz no seu mundo.
E cada ansiedade tem seu motivo de ser, seja ver um amigo, um amor ou um idolo, por exemplo.
As maiores são sobre sonhos, amores, realiações. Entrar para a faculdade, trocar de emprego, aprender a dirigir, comprar um carro, viajar pelo mundo, etc. São as que exigem mais planejamento de quem deseja realizá-las. Nada é totalmente impossível, e se não der certo, a gente coloca na caixinha do aprendizado.

Não é necessário evitar nutrir esse sentimento. Não tem problema exagerar na alegria, só não vá prolongar a dor depois.
Você não é mais forte, corajoso ou realista por fugir de algo que possa lhe causar uma decepção profunda. Você não é o fodão da turma.
Você só é covarde, mesmo. 

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