#Filme | Cidades de Papel

08 agosto 2015


Nossa, eu demorei pra falar desse filme, né? Eu enrolei um pouco pra ver ele e nem consegui ir no cinema, fui inventar de chamar as "miga", mas na primeira vez choveu e depois os horários não batiam. Quanto mais eu adiava, piores os horários ficavam: dia 25/07 era às dez da noite! Achei ridículo colocarem o filme nesse horário, sendo que ele é pra quem tem a partir de 12 anos e ninguém nessa idade sairia a essa hora, acho que mesmo acompanhado dos pais, a essa hora eles estariam voltando e não saindo. Sei que nem todo mundo que foi assistir tem essa idade (eu, por exemplo, tenho 20 e quis assistir porque li o livro e adorei), mas pra ser tão tarde tinha que ser legendado pelo menos, né? Eu gosto de ouvir a voz real dos atores.
Deu que eu assisti pelo Mega Filmes HD, hahahaha.

Geralmente eu faço um resumo da história, passo o trailer e depois digo o que eu pensei do filme, né? Dessa vez eu ia só dar a minha opinião, porque tem o livro e tal, mas aí eu lembrei que tem quem assista o filme sem ter lido o livro.

Ok, a história é sobre Quentin e seu crush pela Margo Roth Spiegelman. Eles se conheceram na infância e dividiram uma experiência meio traumática juntos: encontrar um homem morto, com os olhos ainda abertos. Ela quis investigar, ele não, e ficou por isso mesmo. 
Na adolescência eles já não eram tão próximos, mas o "crush" ainda existia. Margo era uma garota aventureira, popular e todos consideravam ela e a vida dela perfeitas. 
Quentin nunca era chamado para nada disso, até que um dia... 
Margo foi traída e o chamou para executar sua vingança no silêncio da madruga. Eles se divertiram, e no dia seguinte, ela estava desaparecida e ninguém sabia onde ela estava. Nem mesmo Quentin.
Aparentemente ela deixou pistas para que ele fosse encontrá-la, e é aí que a história começa: pela primeira vez na vida dele, ele deixa de ser todo certinho e vai perder o fôlego enquanto tenta descobrir onde ela está.


Todo mundo falou mal desse filme porque o papel da Margo foi feito pela Cara Delevigne. 
Mas como minha mãe diz, eu não sou todo mundo. 
Ok, eu também imaginava uma Margo diferente: eu imaginava ela mais baixinha, com cabelos curtos e um ar meio infantil, e a Cara Delevigne não se encaixa em nada disso, o que ficou bem destoado.
Mas eu admiro ela, porque apesar de ser modelo, ela não tem toda aquela frescura: ela ri, faz piada e age feito um piá na maior parte do tempo, e eu amo isso nela. Não foi isso o que fez eu relevar o papel dela, o fato é que eu não liguei mesmo (mas se não colocarem a Kaya Scodelario como a Alasca aí sim eu vou me importar u.u).

Eu dei risada de várias cenas, e achei desnecessário esse auê todo por causa da atriz escolhida. Gente, o filme ficou legal, sim!

E sei que eu deveria parar de implicar com romances de final feliz, mas pelo menos por enquanto, a falta de final feliz continua sendo um alívio pra mim. A princípio eu tava incomodada por estar prestes a ver um romance, mas aí lembrei que era do John Green e fiquei tipo: "ah, tudo bem. O João Verde não ilude osotro".
Não posso falar muita coisa além disso, só que a imagem estava uma bosta e que dava pra ouvir as risadinhas no cinema, mas nesse filme pelo menos não chegou a estragar. Eu só não entendi por que as pessoas acharam graça em algumas coisas, mas tudo bem, vai ver eu é que sou chata mesmo.

A trilha sonora não me encantou tanto quanto a de Simplesmente Acontece (que eu ouço até agora, inclusive), mas tem algumas músicas que eu vou querer baixar, sim.
E como vocês já repararam, recomendo que deixem de ser frescos e assistam o filme. 

2 comentários:

  1. Estou louca pra assistir esse filme!

    Blog legal o seu, me visita qualquer hora

    canseideserquase.blogspot.com

    ResponderExcluir

E então, o que achou do post? Gostou? Odiou? Achou uma bosta e tá a fim de me mandar pra puta que pariu, e dizer que eu sou uma escrota? Fala aí!