2x Feminismo: Clipes para se Manifestar

03 maio 2016


Sabe você que está cansado de me ver falando de feminismo em tudo quanto é canto? Então, me dê unfollow, me delete, me bloqueie, porque lá vem mais um.
Recentemente descobri duas músicas com temática feminista, um é mais atual e o outro é mais antigo, mas igualmente fodástico.

A começar pelo mais atual, quem aí curte Meghan Trainor? Eu passei a amar ela desde a música All About the Bass, que apesar de remeter um certo ódio às magrelas (tipo um Bullying reverso), é um puto de um empoderamento para as gordinhas. Afinal, ao nosso redor quase só se vê cantoras magras, bonecas magras, modelos magras, princesas magras, e as vilãs das histórias sempre são as mais feias. Falta representatividade, e Meghan Trainor chegou rebolando, cantando e dançando, sem fazer regime nenhum e dizendo que você é linda da cabeça aos pés. Com gordura, banha e tudo mais. ♥




Agora ela voltou deixando bem claro que não somos obrigadas a ouvir cantadinha de macho nenhum. Se a gente quer, a gente fica, mas a prioridade não é essa. 
Com um ritmo dançante e maravilhoso, ela dá o tapa na cara dos machistinhas que acham que mulher é objeto de vitrine pra comentar o que quiser assim que bater o olho.

Obrigada desde já
Mas eu não quero dançar (nem pensar)
Não preciso das suas mãos em cima de mim
Se eu quiser um cara,
Eu vou pegar esse cara
Mas isso nunca é minha prioridade


Em seguida, temos um clipe um pouco mais antiguinho, mais especificamente de 2014.
A letra fala aparentemente sobre ser forte após levar um fora ou estar sendo feita de gato e sapato por alguém. Tá doendo? Tá. Cê tá sofrendo? Tá. Mas você não é a primeira pessoa do mundo a passar por isso e não vai ser a última. É normal, todos sobrevivem e você vai sobreviver também. Não precisa ser tão difícil.
Agora, o clipe... 
Meu Deus, o clipe...
É LACRADOR!
Mostra toda uma pegada LGBT, com homens dançando maquiados com roupa de bailarina. Nunca dei bola pra isso, mas de tanto assistir o clipe, deu uma puta duma vontade de aprender a maquiagem do primeiro cara. Quando lembrei que tenho preguiça até de passar rímel, a vontade passou.

O ritmo é bem dançante também, tipo aquelas músicas que você bota no máximo pra dançar de pijama quando não tem ninguém olhando. Não consegui fazer uma ligação entre a letra da música e o clipe, que como o título do mesmo já diz, é uma homenagem à música Simply Irresistible de Robert Palmer.

Todos os corações partidos no mundo ainda batem
Não vamos deixar isso mais difícil do que tem que ser





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